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Tanksgiving - Ações de Graça
“Não estejais inquietos por coisa alguma; antes as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus, pela oração e suplica, com ação de graça.” (Filipenses 4.6)

O sociólogo e economista alemão Max Weber de origem judia, foi professor da Universidade de Friburgo, na Alemanha por muitos anos. Afastou-se de lecionar por motivos de saúde. Neste período no ano 1900 e, por quase 20 anos, iniciou a fazer várias pesquisas sociais no mundo. Mas o que queria descobrir de onde vinha à riqueza dos Estados Unidos. E, sendo judeu, criticava os cristãos principalmente os evangélicos chamados de protestantes.

Viajou pesquisando por todas as Américas, do Norte, a Central e América do Sul. O que chamou a sua atenção foi a grande diferença econômica entre os EUA e o México, situado bem ao lado dos EUA. Podia-se ver, do lado americano casas ricas, carros luxuosos e da outra parte, no México, divididos por um rio, chamado Rio Grande ou Bravo, pobreza e miséria. Por que?

E dizia: Não tem nestes países o mesmo clima? Não é a mesma terra? Onde está a diferença? Esta pergunta ficou na sua mente por quase 20 anos. No fim entendeu que a diferença é o povo e a sua crença, ou melhor, a origem dos seus colonizadores e das pessoas que colonizarão, e principalmente a sua fé sendo chamados de protestantes.

Na América Latina, vieram os espanhóis e portugueses, com os jesuítas como lideres religiosos e os demais colonizadores eram pessoas retiradas das cadeias onde pagavam as suas penas por terem cometidos atos criminosos. Se voltavam vivos seriam livres.

Ao chegar no novo continente, estes colonizadores, usaram de violência contra os índios e roubaram as pedras preciosas e tudo o que encontravam. O único desejo era voltar para as suas terras ricos. Deixaram o marco da violência, medo e miséria. Até hoje tem no povo esta triste herança. Em tudo se dá um jeito, veio o famoso jeitinho. Todos tem o seu preço, com dinheiro se compra tudo e todos. Logo depois dos primeiros colonizadores no ano 1557 vieram para o Rio de Janeiro, vindo de Paris em um navio com 300 Ugunotos ou Puritanos. Assim eram chamados os crentes pela sua maneira austera de vestir e de viver. Fizeram a primeira Santa Ceia nas praias de Copacabana e oraram ao Senhor. Mas foram traídos por um irmão que vende-os em troca de riqueza. Os jesuítas, lhe deram “A Ilha do governador” e lhe deram também o título de “Conde de Avinhão”, os Jesuítas sob o comando de José de Anchieta que a história diz que ele efetuou e comandou a execução usando a guilhotina. Só para o pastor Pierre, deram um tratamento diferente, o jogaram vivo pelas escarpas do Pão de Açúcar. Terminou de maneira trágica a vinda do Evangelho de Cristo no Brasil.

Mais tarde no início do ano 1620 um outro grupo de 110 Ugunotos chamados de “Pais Peregrinos” saíram Inglaterra rumo ao novo mundo. Quando o navio May Flowers se aproximava em Cape Cord fizeram um voto a Deus de levar para esta nova terra: Deus, a Bíblia e a família.

Desembarcaram em Plymont, Massachuset na última quinta feira de Novembro dia 22. Era um dia de muito frio e nevasca e lutaram para desembarcar. Infelizmente no desembarque, logo nos primeiros dias morreram 55 destes heróis. É de louvar a atitude dos índios que os socorreram como melhor puderam.

Os sobreviventes a primeira coisa que fizeram foi agradecer a Deus e chamaram este lugar de Nova Inglaterra.

Aqui vieram para poder viver em paz e com liberdade glorificar a Deus longe da perseguição da chamada Santa Inquisição - comandada pelos Jesuítas e pelo Papa. Por mais de 500 anos queimavam vivas as pessoas que confessavam a fé Evangélica que chamavam de herege.

Durante o primeiro anos de vida foi muito difícil. Os índios ajudaram oferecendo o melhor, mas outros morreram de fome, de frio ou de doenças.

Mas eles tinham certeza em Deus e esperavam nas suas promessas. Por isso não desanimaram. Cortaram árvores, e fizeram as casa e fundaram uma cidade. Semearam os campos e ficaram ansiosamente a espera da colheita porque dela dependeria a sua vida e a continuidade da colonização nesta terra que tinham escolhido para viver.

No outono do ano seguinte, eles saíram para colher os frutos de seu trabalho. E, que bela surpresa... como Deus tinha sido bom para com eles. A colheita foi muito maior daquilo que podiam esperar.

Então eles lembraram de, agradecer rendendo graça a Deus, era exatamente um ano da chegada, no ano 1621. Foi realizado o primeiro “tanksguiving” da história.

Organizaram uma grande festa na última quinta feira de novembro. Os caçadores foram para o mato a fim de providenciar comida. Voltaram trazendo aves e outros bichos para comer, as mulheres prepararam a festa. Os índios, que eram seus vizinhos, protetores e amigos, foram convidados para participar de suas alegrias e trouxeram também alguns animais para as refeições. A festa durou três dias.

O sociólogo Max Weber se convenceu que a riqueza dos países é a sua gente e a sua fé. Depois de quase 20 anos de pesquisa, teve certeza de suas pesquisas, relatou tudo em um livro chamado “A ética dos protestantes”, aceitou Jesus Cristo como seu único salvador e foi batizado pouco antes de sua morte em 1920.

Desde a antiguidade sempre o povo de Deus ofereceu ao Senhor as Primícias de seus gados e dos campos. O melhor era dado para o Senhor.

Como é bom hoje parar um pouco das nossas correrias para agradecer a Deus por tudo o que Ele tem nos dado. Faz bem ao meu coração lembrar com gratidão, as bênçãos e as vitórias passadas, sabedores que a mesma esperança que enchia os nossos peitos no passado, é boa ainda para hoje e para o futuro. Porque Cristo em nos é a certeza de bênçãos.

Certamente o apóstolo Paulo escrevendo este texto acima das lutas do passado, mas também envolve as circunstância difíceis do presente mediante as quais podemos apreender lições necessárias.

Por isso é que em:

(Efésios 5.20) “Dando sempre graça por tudo ao nosso Deus e Pai, em nome de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.”

Ainda podemos ler em I Tessalonisences 5.18 “Em tudo daí graça, porque esta é a vontade de Deus Em Cristo Jesus para conosco.”

Infelizmente temos muitas pessoas que sempre se queixam e até fazem orações erradas com muitas reclamações como se tivessem motivos justos de acusar a Deus. Afinal quem somos? Qual direito temos para tanta revolta?

O apóstolo Paulo nos ensina que a melhor forma de falar com Deus é a nossa gratidão que exercerá sobre nos o efeito de desejarmos que a vontade de Deus seja cumprida em nossa vida, como o maior alvo a serem obtidos.

(Filipenses 4.4) “Regozijai-vos sempre no Senhor, outra vez vos digo regozijai-vos, seja a amabilidade de vocês conhecida por todos.”

Nesta carta o apóstolo Paulo tinha motivos de sobra para estar triste. Sabemos que estava preso no cárcere de Roma e como de costume amarrado ao tronco de uma árvore, ou com o braço direito acorrentado ao braço de um soldado romano. Porque era um prisioneiro sob constante vigilância de uma sentinela que nunca o abandonará.

Mesmo assim escreve a mais alegre das cartas paulinas e treze vezes repete a palavra Alegria... Sabemos que a alegria de uma pessoa é fruto de seu espírito, e por conseguinte, a alegria é uma das qualidades indispensável a vida de um crente.

A alegria nos concede confiança, bem estar a despeito das circunstancia externas. A igreja que estava passando por um período de perseguição recebeu esta carta como alívio e fortalecimento.


Epílogo.

Em todos os momentos devemos lembrar que sem Deus nada somos e tudo o que temos o que nos somos devemos a graça do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.

A nossa alegria é diferente das do mundo que com certeza é ilusória, frágil e apagada. É somente lembrar a tristeza das quarta feira de cinza...

Portanto a alegria autêntica é só com Cristo.


“Amar é a minha vida e abençoar é a minha mensagem”


Mensagem Postada em 30/11/2014 por: Bp. Tiezzi

       


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