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Sérgio Cruz e
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Perdoar é a base da bênção
E, quando estiverdes orando, perdoai, se tendes alguma coisa contra alguém, para que o vosso Pai, que está no céu, vos perdoe as vossas ofensas (Marcos 11:25)

O primeiro passo do perdão deve ser sempre unilateral, ou seja, de uma parte. É o perdão concedido pelo ofendido sem intervenção do ofensor. É o perdão não solicitado pelo ofensor, que às vezes nem sabe que precisa dele. A parte ofendida toma a iniciativa do gesto e indulta quem ofendeu, sem esperar que outro lhe peça isso.

Sabemos pela Bíblia que ninguém chegou a Jesus para lhe pedir perdão. Fala-se muito sobre este assunto, porém Jesus que é a própria origem desta graça, nunca ouviu de quem quer que seja uma palavra assim: Senhor, me perdoe! Todavia, Ele perdoou a todos, até aos seus crucificadores, dizendo:

- Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem (Lucas 23.34).

Certa vez, quatro judeus levaram até Jesus um amigo paralítico. Não puderam entrar pela porta devido a multidão. O mestre fitou o enfermo e, antes que os outros falassem qualquer palavra, Ele exclamou:

- Filho, estão perdoados os teus pecados! (Mateus 9.2).

O homem não fizera qualquer pedido nesse sentido. Jesus o perdoou espontaneamente. E o enfermo foi curado. A mágoa traz doença. Alguns cientistas chegaram a definir que uma grande mágoa pode levar à depressão e até gerar câncer.

Numa outra ocasião, o Senhor se encontrava na casa de Simão, o fariseu, quando entrou ali uma mulher, que tinha a reputação de pecadora: aproximou-se dele e lavou-lhe os pés com lágrimas, passando a enxugá-los com os cabelos, beijava-lhes os pés e os ungia com unguento.

Jesus lhe disse: - Perdoados são os teus muitos pecados porque muito me amou! (Lucas 7.48).

Ela não pediu a Cristo perdão de seus erros, mas Jesus lho concedeu.


I – Jesus nos deu o mesmo poder

Após a ressurreição, Jesus foi ao encontro de seus discípulos e lhes disse: Assim como o Pai me enviou, eu também vos envio. E, havendo dito isto, soprou sobre eles e disse-lhes: Recebei o Espírito Santo. Se de alguns perdoardes os pecados, são-lhes perdoados; se lhos retiverdes, são retidos (João 20.21-23).

A decisão era deles e agora é nossa. Esse é o maior dom que Cristo deixou à Igreja. Ele desejava que tal prática fosse contínua. Sempre que você deixa de fazê-lo, a Igreja é dividida, derrotada: um espetáculo vergonhoso perante os homens do mundo e os anjos do céu.

Nosso dever é perdoar. Quantas vezes, Senhor, devo perdoar meu irmão - perguntava Pedro. Até sete? Jesus, porém, lhe disse: Não te digo sete, mas setenta vezes sete – (Mateus 18.22).

As igrejas onde se pratica o perdão unilateral, tanto de uns para com outros membros, como para seus perseguidores, tornam-se invencíveis.

Lembro-me de um testemunho de uma conhecida serva de Deus, Corrie ten Boom, uma mulher judia, nascida na Holanda. Ela esteve aprisionada num campo de concentração dos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial. Dez anos depois, onde sofreu as maiores barbáries, vendo milhares de pessoas queridas mortas, ela se encontra frente a frente com uma das enfermeiras do alojamento onde ela e sua irmã Betsie haviam estado. A irmã estivera doente e sofrera brutalidade daquela mulher. A própria Corrie é quem conta: No momento em que a reconheci, o ódio penetrou em meu coração. Eu pensava haver superado tal sentimento, mas, agora, ao contemplar aquela pessoa, após todos aqueles anos, senti uma amargura no coração. Envergonhada, confessei minha falta ao Senhor e orei: Perdoa-me, Senhor Jesus, por esse ódio. Ensina-me a amar meus inimigos!

Continua o seu relato dizendo que orou pela mulher e por fim telefonou para ela, convidando-a para um culto. “Ela veio à reunião e ficou o tempo todo ouvindo atentamente e fitando-me nos olhos. Após o término, abrí a Bíblia e lhe expus o Plano da Salvação, lendo o verso de I João 4.9: Nisto se manifestou o amor de Deus em nós, em haver Deus enviado o seu Filho unigênito ao mundo, para que por Ele vivamos”.

“E ela tomou a grande decisão de servir a Jesus, e não apenas o meu ódio se acabou como pude me tornar um canal de bênção para este coração em trevas”.

O mundo nunca poderá derrotar você, nem mesmo todas as potestades do inferno; o único mal que poderá prejudicá-lo será a sua relutância em conceder o perdão. É bom saber que se você for derrotado, sempre será por você mesmo.


II – Perdoar é o segredo de receber perdão.

O recebimento do perdão depende do perdão aos outros. (Lucas 6.37) - Perdoai e sereis perdoados!

Quando perdoamos aqueles que nos ofendem, Deus nos perdoa. A tendência dos homens é exigir justiça: - “Bem, se o ofensor vier e me pedir perdão, então o perdoarei”. Mas não foi assim que Jesus fez.

Não nos coloquemos na posição de juízes. Deus não nos nomeou juízes uns dos outros, mas deu-nos o dever de perdoar. Vejamos o que Paulo nos diz na Carta aos Gálatas (5.15): Se vós, porém, vos mordeis e devorais uns aos outros, vede não vos consumais também uns aos outros.


III – Duas verdades sobre o perdão


a)- Em primeiro lugar, quando Cristo foi até a cruz, levou consigo todos os nossos pecados e de uma vez resolveu o problema do pecado, eliminando a barreira que o pecado levantou nas relações entre os homens e Deus.

Oferecendo-se a si mesmo como nosso sacrifício, Cristo nos garantiu o perdão eterno e irreversível.

(Hebreus 10.17) - E jamais me lembrarei de seus pecados e de suas iniquidades.

O profeta Isaías registrou na Palavra do Senhor o que significa a mesma coisa: Eu, eu mesmo, sou o que apago as tuas transgressões por amor de mim, e dos teus pecados não me lembro (Isaías 43.25).

Todos os teus pecados, passados e presentes, foram perdoados quando você confiou em Jesus. Não há um sequer que Ele não tenha perdoado.


b)- Em segundo lugar, além de perdoar todos os seus pecados, Deus os apagou da memória para sempre. Você nunca será condenado por causa deles.


Epílogo.

A base da bênção é perdoar como Deus nos perdoou.


Pense em alguém contra o qual você tem queixa. Não considere agora se a pessoa merece ou não ser perdoada.

Pense em si mesmo como instrumento de perdão, como se fosse um refletor de luz, projetando a energia do perdão.

Aquele a quem perdoamos, em nome de Jesus e na sua autoridade, estão perdoados.

A força do pecado que paira sobre a sua cabeça será desfeita como consequência desse ato de fé, deste indulto concedido em lugar de condenação, e virá sobre você a bênção que toma o lugar da maldição.

Isso não quer dizer, absolutamente, que os culpados não precisam ser julgados. Precisam. Porém tal julgamento não pertence a nós, mas a Deus. O Senhor não nos investiu com poderes de juízes, mas de perdoadores.

Ele colocou nas nossas mãos um poder maior que o da bomba atômica, que é o nosso perdão. O exercício de tal poder resultará em transformações drásticas que perduram por toda a eternidade.

Encerrando, desejo afirmar que todos devemos ter um quadro bem visível destes versículos:

(Efésios 4.26-27) – Irai-vos, e não pequeis; não se ponha o sol sobre a vossa ira. Não deis lugar ao diabo.

Isto quer dizer: Não deixe o sol se pôr enquanto você ainda está zangado. Ou melhor: Perdoe ou perca a paz e o sono!

Quem adia ou abandona o perdão permite que o desejo de perdoar acabe. Permite que o coração endureça e permaneça fechado. Permite a ação do diabo.


Amar é a minha vida, abençoar é a minha Mensagem!





Mensagem Postada em 01/02/2015 por: Bp. Tiezzi

       


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