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Cristo, o nosso redentor
Por que buscais o vivente entre os mortos?
(Lucas 24.5)


Cristo, o Nosso Redentor, redime, resgata, salva. Hoje é festejada a festa máxima do Cristianismo: Páscoa - a ressurreição de Jesus Cristo. Sem ressurreição não haveria Cristianismo. O túmulo não O pôde segurar. “Ele vive, Ele vive!” foi o grito que se espalhou por toda Jerusalém, que hoje explode no nosso coração. Ele será o mesmo hoje e para sempre. A nossa fé é baseada na sua Ressurreição.


I – Visita ao Cristo Redentor

Uma lembrança de mais de 50 anos. Tive a oportunidade com um grupo de amigos italianos de ir, pela primeira vez, na cidade de Rio de Janeiro. O que mais queria ver era a estátua do Cristo Redentor. É uma estátua de vinte e sete metros de altura, pesando mil e trezentas toneladas de concreto armado e posicionado em uma montanha de dois mil e quatrocentos metros acima do nível do mar.

Não há turista que vá ao Rio e não deseje ver de perto aquele grande monumento lá em cima, no Corcovado. Apenas a cabeça tem quase três metros de altura. A envergadura de ponta a ponta dos dedos, quase vinte metros.

Cheguei lá em cima, uma vista maravilhosa e atrás de mim estava a estátua do Cristo Redentor. Peguei a minha máquina fotográfica e duas ironias me chamaram atenção. Não podia deixar de notar os olhos cegos. Sei o que você está pensando, “Ora, todas as estátuas têm olhos cegos!”. Você está certo, têm mesmo! Mas é como se o escultor daquela estátua tivesse tencionado que os olhos fossem cegos? Não há pupilas para sugerir a visão. Não há círculos para sugerir vista. Há apenas aberturas bem arredondadas.

Abaixei a máquina fotográfica até a cintura. Que espécie de redentor é este? Cego? Olhos fixos no horizonte, recusando a ver o povo aos seus pés?

Vi a segunda ironia quando novamente ergui a minha máquina. Fui acompanhando as feições para baixo: passei pelo nariz forte, passei pelo queixo proeminente, passei pelo pescoço. Meu foco se deteve no manto da estátua. No lado de fora do manto está um coração: um coração bem simples, um coração de pedra.

E voltam as perguntas: Que redentor é este? Coração feito de pedra? Mantido firme, não com paixão e amor, mas com concreto. Olhos cegos e coração de pedra?

Esta é exatamente a espécie de redentor que a maioria do povo tem. Oh! A maioria das pessoas não admitiria ter um redentor cego e com coração de pedra. Mas pense com mais atenção. Para alguns, Jesus é um amuleto para dar sorte. O redentor é um pé de coelho do tamanho de bolso. Pode se colocar o seu retrato na parede ou levá-lo na carteira.

A especialidade desse redentor, livrá-lo dos perigos dos raios. Precisa de ajuda num teste? Tire fora o pé de coelho. Não precisa ter relacionamento com ele. Não precisa amá-lo, apenas mantê-lo no bolso perto de um trevo de quatro folhas.

Para outros, ele é um redentor de muitos usos, para novos empregos, novos carros, nova casa, etc.

Qual é o seu redentor? A maioria quer poucos sacrifícios e se possível nenhum desafio.


II – Redentores sem vista e sem coração

Oh! não é este o redentor do Novo Testamento!? Compare o cristo cego que vi no Rio de Janeiro com o Cristo amoroso e compassivo visto por uma mulher amedrontada certa madrugada em Jerusalém:

João 8.4 - Mestre, esta mulher foi apanhada, no próprio ato, adulterando...!

Jesus está sentado, cercado por um grupo de ouvintes. Alguns movem a cabeça assentindo e abrem os corações em obediência. Outros são curiosos, querem crer, mas estão desconfiados desse homem, cujas reivindicações forçam tanto os limites da crença.

Quer curiosos, quer convencidos, eles O ouvem atentamente. Não sabemos qual era o tópico daquela manhã, quando foi interrompido por um bando de gente que invadiu o pátio.

Determinados, eles irrompem de uma rua estreita e dirigem-se a Jesus pisando duro. O grupo era formado de líderes religiosos, sacerdotes, rabinos e escribas que seriam os diáconos e presbíteros daquela época. Arrastavam uma mulher meio despida e apavorada. E a jogam na direção de Jesus.

Com voz uníssona, declaram: “A lei diz para apedrejá-la”.

João 8.5 - Na lei, nos mandou Moisés que as tais sejam apedrejadas. Tu, pois, que dizes?


III – O perfil do meu redentor

A mulher estava caída no chão e via nas mãos dos homens as pedras da justiça.

Em seu desespero, olha para o Mestre. Os olhos dela são límpidos, não têm o brilho feroz dos outros e parece lhe dizer: “Não se preocupe, está tudo bem”.

Quando Jesus olhou para aquela mulher, o que viu? Viu o rosto como de um pai vê a filha crescida ao entrar na igreja rumo ao altar nupcial? A mente de todos os pais volta correndo para o tempo, vendo a sua menina crescer novamente, das fraldas às bonecas, à escola... Depois, casando... Será que lembrou quando criou essa filha no céu? Sim, mas o que fazer agora?

Podia fazer uma série de perguntas: como e onde o homem que adulterou está? A lei não vale para os dois?

Apenas ergueu a cabeça e falou:

João 8.7 - Aquele que dentre vós está sem pecado, seja o primeiro que atire a pedra contra ela.

E voltou a escrever no chão.

Ninguém falou... Pés se arrastaram. A começar pelo homem da barba branca, um a um se retiraram...

Jesus disse à mulher:

Mulher, onde estão os teus acusadores? Ninguém te condenou? Ela disse: Ninguém, Senhor! E disse-lhe Jesus: Nem eu também te condeno, vai-te e não peques mais (João 8.10-11).


Epílogo.

A mulher voltou para o anonimato. Mas de uma coisa podemos ter certeza: naquela manhã ela viu Jesus, o Redentor, e Jesus a viu; e a sua vida mudou.

E se pudéssemos de alguma forma transportá-la ao Rio de Janeiro, para a base do Cristo Redentor, sei qual seria a reação: “O Jesus que eu vi não tinha olhos cegos”.

E se a levássemos até a cruz do Gólgota, você sabe o que diria Ela? Ela reconheceria as suas mãos, pois eram as únicas que não seguravam uma pedra naquela manhã. E também reconheceria a voz. Talvez mais forte ou mais fraca, mas as mesmas palavras quando dizia:

Lucas 23:34 - Pai, perdoa-lhes porque não sabem o que fazem.

E ela reconheceria seus olhos. Como poderia se esquecer daqueles olhos, límpidos e cheios de lágrimas! Olhos que a viram não como era, mas como devia ter sido.

Cristo, o meu Redentor, o nosso Redentor, deu a sua vida por amor a nós. E Ele está vivo e toma conta de todos nós.

Nos resgatou para ser produtores. Produtores de quê? De vidas, de curas, de ações condizentes com a nossa vida cristã.

Pescadores de vidas! Saquear o inferno!


Amar é a minha vida, abençoar é a minha Mensagem!


Mensagem Postada em 05/10/2014 por: Bp. Tiezzi

       


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