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Sérgio Cruz e
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Já perdeu algo?
“Falta-te uma coisa, vai e vende tudo quanto tens, e dá-o aos pobres e terás um tesouro no céu; e vem e segue-me” (Marcos 10.21)

É um consenso geral que, se perder alguma coisa sempre fará falta. Seja uma perda material, física ou emocional e, mais ainda espiritual. Ninguém entra num jogo para perder. A história da vida nos mostra, que nem sempre podemos ser vencedores em todas as áreas.

Há perdas que ocorrem não por impossibilidades ou bloqueios intransponíveis, mas porque nos recusamos a abrir mãos de alguma coisa que nos parece importante e preciosa.

Li uma história de uma menina que enfiou uma mão em uma garrafa e a fechou para pegar uma bolinha. Tentou retirar a mão, mas não conseguia. Pediram para abrir a mão, mas ela não quis. Tiveram que romper esta linda ampola por que a menina não queria abrir a mão.

Isto pode acontecer com todos nós. Se nós queremos uma benção devemos abrir mão de algo que gostamos.

Foi isso que aconteceu com este jovem rico. Ele perdeu quando poderia ter ganho algo bem mais valioso que as suas riquezas.

(Marcos 10.22) “Mas ele, contrariado com essa palavras, retirou-se triste, porque possuía muitas propriedades”


I – Você já notou as consequência de uma falta?

Se um negociante não tem o produto nas prateleiras, ele perde a venda e talvez o cliente.

Se o pneu fura na estrada e o estepe é vazio por não estar em boas condições, a situação é bem incomoda.

Se você emite um cheque e não recebe o dinheiro para cobri-lo corre o risco de ter o seu nome sujo na praça e a perda de seu crédito.

Só sentimos falta quando perdemos algo. Por exemplo, quando é que você sente falta do ar? Quando você engasga ou quando está se afogando.

E nestes momentos, aquilo que nos falta acaba tornando-se a coisa mais importante da nossa vida Quantos perdem excelentes oportunidades porque estão em falta de alguma coisa.

Vamos examinar a situação deste jovem chamado de rico. Ele teve uma boa educação religiosa e possuía um bom currículo. Conhecia e obedecia a risca os dez mandamentos. Quantos podem recitar os dez mandamentos de cor? No entanto lhe faltava uma coisa. Essa pequena coisa, chamada fé, colocou tudo a perder de bom que ele possuía.


II – Desejo apontar apenas três características que não podem faltar na vida de quem deseja vencer e prosperar.

1ª - Falta de percepção.

Temos um falso profeta no V.T. chamado Balaão, não podia ser profeta por que não era Judeu, mas tinha com grande prestígios com povo sendo um adivinho. Tinha grande amor ao dinheiro e isto o impediu que percebesse a vontade de Deus em relação ao povo de Israel. Dizia isto com mentira.


(Números 22.18) “Ainda que me desse a sua casa cheia de prata e de ouro eu não poderia transpassar o mandado do Senhor”

Ele só falava em dinheiro... ele gostava do dinheiro, descobriu para o inimigo o seu ponto fraco. Quantos por dinheiros fazem qualquer coisa. Ficou conhecido como o falso mestre que até a sua jumenta o repreendeu.

(Números 22.30) “Porventura não sou a tua jumenta em que cavalgaste deste o tempo que eu foi tua até o dia de hoje? Costumei eu alguma vez fazer assim contigo?

Foi uma pessoa que não acreditava em Deus e a volúpia da riqueza dele que o levou a errar levando o povo para o pecado e, levou a morte milhares de israelitas.

Muitos problemas que acontecem hoje em nossas vidas e na igreja poderiam ser evitados se buscássemos com mais intensidade o discernimento para seguir a vontade de Deus reveladas na Bíblia.

Ciúmes e mentiras não ocupariam tanto espaço no coração do povo.

Que não falte em nossa vida o discernimento do que Deus espera de nós.

2ª - Falta de seriedade no uso dos dons que Deus concede para vencer o nosso gigante.

Como lemos na Bíblia, Sansão não tratou com seriedade o dom que recebera de Deus. Brincou muito com Dalila e, com o fogo não se brinca, pois acabou queimado, sem os seus cabelos e cego.

Falta de seriedade é menosprezar o que recebemos.

Nem todos podem receber a força de Sansão, a sabedoria de Salomão ou a graça de Davi. Mas Deus concedeu a cada um de nós dons, talentos. Com certeza somos os únicos em nossa espécie.

Mesmo que sejamos o menor de todos, se usados como Deus determinou, não haverá valentes para nos vencer.

Quando tratamos com seriedade a nossa vida cristã e a nossa salvação não corremos risco de ser derrotados. Porque já sabemos que somente poderemos ser derrotados por nos mesmos. Ninguém pode tirar a fé que é o nosso tesouro e está dentro de nós e nos afastar de Deus. Somente nós o podemos fazer.

(II Coríntios 4.7) “Temos, porém esse tesouro em vasos de barros”

3ª - Falta de persistência, que nos tirara a vitória.

A grande falta que está no coração do povo de Deus é a perseverança, o compromisso sério e a vontade de ir até o fim. Infelizmente muitos desistem por qualquer coisa. Quantas pessoas se afastam de Deus por causa de pequenos melindres ou pequena insatisfação.

O mundo nos faz engolir sapos, lagartos, crocodilos e ficamos quietos. No entanto quando o assunto é obra de Deus abrimos mão com muita facilidade.

No dia do meu batismo nas águas do Rio Tibre em Roma no ano de 1935, meus pais receberam um quadro com os dizeres: Apocalipse 2.10 “Seja fiel até a morte e te darei a coroa da vida...”

Este quadro deve estar na casa da Paola.

(Lucas 21.19) “Na vossa paciência, possuí a vossa alma”
Na carta I João encontramos por 23 vezes a palavra permanecer. Ficar firme em nossa fé porque é tão fácil desanimar e abandonar o campo de nossa batalha.

No mundo, no meio do povo sem temor a Deus, somos forasteiros e peregrinos. Não devemos fazer o que eles fazem. Não se conformar com as suas ações. Não amar tudo aquilo que eles acham bonito; mas devemos vencer as atrações do mundo e odiar as suas iniquidades do mundo.

Desejo esclarecer que Deus nunca se manifestou contra os bens materiais, ter uma casa própria ou outras bênçãos nem desaprovou os que sendo fiéis a Deus, adquirem as riquezas, mas ele trata com frequência das atitudes do homem em relação a esses bens. Israel era uma nação rica no meio das outras nações que a detestavam justamente, por isso, o seu povo era abençoado e abastado.

Deus não lhe disse que não deveriam possuir bens; mas lhe disse que: deveriam usar os bens como se fossem para glorificar o Senhor. Mas Israel e todo o povo Judeu assumiu a atitude tão pervertida em relação aos bens materiais ao ponto que poderia ser resumida nestas palavras: Deus torna rico aquele que ama.

Há muitas igrejas hoje que tratam assim este assunto. Se é pobre porque não tem a graça de Deus. Se por acaso está doente com certeza é endemoninhado.

Jesus tratou deste assunto tão importante não condenando os bens materiais, mas sim o erro de alguém entregar o seu coração as riquezas e nelas confiar. É realmente uma grande tolice dedicarmos tanto amor e cuidado a coisa que irão a desaparecer. Ainda Jesus foi enfático:

(Mateus 6.24) “Ninguém pode servir a dois Senhores; porque ou há de aborrecer um e amar outro não se pode servir a Deus e as riquezas”

É impossível amar as coisas do mundo e amar a Deus. Note bem que os termos mundo e terra não são sinônimos. Deus não proíbe amor a terra, a natureza, as montanhas, as florestas, rios, etc. Deus não quer que nos façamos o mal e que não colocamos Deus em primeiro lugar.


Epilogo.

Que Deus não encontre falta na perseverança em nossas vidas.
Não vamos desistir de tomar posse de nossa herança. O que Deus prometeu ainda está a nossa disposição.
O diabo tenta nos enganar e desanimar nosso coração.
Mesmo assim, seja persistente e você colherá em abundância.
Guarde isso em seu coração: O que adianta se perdermos a vida eterna. Não deixe faltar em sua vida o discernimento da vontade de Deus; a seriedade no trato dos dons que você recebeu e a perseverança em atirar até destruir o inimigo que tenta destrui-lo.


“Amar é a minha vida e abençoar é a minha mensagem”

Mensagem Postada em 09/11/2014 por: Bp. Tiezzi

       


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